Promoção de pós-graduação a R$39,99 encerra no domingo (31/05)


Por Val Barreto.

O instituto Educacional Maris (IEMAR) está com uma promoção d
aniversário até 31 de maio e vale para todos os cursos de pós-graduação latu senso. 

O aluno pode escolher a duração do curso e cursar uma pós-graduação em no mínimo 3 meses e no máximo 18 meses. Confira os valores e duração dos cursos:

DIA DO PEDAGOGO: Pós graduação *IEMAR* R$39,99 ou:

Em 3 meses (3xR$240,00).
Em 4 meses (4xR$180,00).
Em 6 meses (6xR$119,00).
Em 10 meses (10xR$72,00).
Em 12 meses (12xR$59,99).
Em 18 meses (18xR$39,99).

MATRÍCULA (COMO FAZER):

Para fazer sua matrícula só preciso que você preencha um formulário enviando as respostas aquilo pelo Whatsapp mesmo. Em seguida preciso que envie as fotos dos documentos. Não precisa escanear. Só mandar por aqui pelo whatsapp mesmo.

PAGAMENTO DA MATRÍCULA:

Você paga somente a matrícula agora no valor de R$70,00 reais até 01 de junho e o dia em que a mensalidade que pode vencer só em julho. A matrícula pode ser paga no boleto  outransferência bancária.

FORMULÁRIO DE MATRÍCULA

Envie preenchido para o whatsapp:

FORMULÁRIO DE MATRÍCULA:

Nome completo:
CPF:
RG:
Data de nasc:
Filiação:
Naturalidade :
Graduação :
Endereço:
Rua:
Bairro:
Cep:
Cidade:
Estado:
Celular:
Fone para recado:
E-mail:
Curso a se matricular:
Forma de Pagamento:
Boleto ( ).
Cartão de crédito: ( ).
Quantidade de Mensalidades:
Data de venc. Matrícula:
Data de venc. Mensalidades:

Lista de cursos:

 Para mais informações sobre a pós – CLIQUE AQUI


Cobertura do IPAM a teste do COVID-19 é VERGONHOSA!


Por Val Barreto. 

O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho – IPAM, cobre a utilização de testes diagnósticos para infecção pelo Coronavírus, todavia, o exame é feito apenas em caso de internação, no qual o servidor/paciente já está em estágio avançado da doença COVID-19. 

O diagnóstico precoce em servidores que apresentam alguns sintomas ainda no começo da doença é negado na rede credenciada, levando o servidor a pagar o teste em laboratório com valores absurdos, o que tem sido uma prática comum dos servidores em várias outras situações, mas considerando a superlotação do SUS, a cobertura geraria maior equilíbrio e inclusive, o tratamento precoce, preveniria a utilização de menos leitos. 

A questão que fica, é o descaso com a saúde do servidor e a insensibilidade da atual gestão diante da gravidade dessa pandemia, o descaso é perceptível tanto da gestão do IPAM, quanto do Prefeito Hildon Chaves, que já deveria ter flexibilizado a cobertura dos testes e retestes pelo IPAM SAÚDE.

A cobertura vergonhosa tem sido alvo de várias críticas na redes sociais e a frustração dos servidores que pagam o IPAM SAÚDE tem sido cada vez maior, gerando não apenas questionamentos sobre a falta de respeito num momento tão crítico, quanto a possibilidade de cancelar o convênio ou exigir a suspensão dos descontos da mensalidade e elemento moderador, já que o atendimento está precarizado. 

Diante da gravidade da doença, as diretrizes, ou seja, os protocolos da cobertura, mostram-se ultrapassados, podendo significar a morte de servidores ou sequelas, irreparáveis que a COVID-19 costuma causar. Confiram as diretrizes: 

'Conteudismo' sem considerar pandemia é violência à comunidade escolar, diz Conanda


O Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente) alerta que a manutenção de “prescrições curriculares, planos de aula, conteúdos e atividades” sem considerar o contexto de pandemia “é uma violência” com crianças, adolescentes, seus familiares e educadores.

Em manifestação sobre o direito à educação durante a pandemia de Covid-19, o Conselho alerta para como “o mero reprodutivismo de conteúdos” não pode se priorizado por escola e seus educadores num período em que a instituição escolar deve ser solidária com a comunidade escolar e reconhecer o estado de exceção do momento.
O Conanda exerce papel de instância máxima de formulação, deliberação e controle das políticas públicas para a infância e a adolescência na esfera federal enquanto órgão responsável por tornar efetivos os direitos, princípios e diretrizes contidos na Lei n.º 8.069 de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente.

Pré-Enem: Alunos mostram realidade dos estudos em meio a pandemia


Alunos mostram realidade dos estudos em meio a pandemia. A reportagem é do Jornal de Rondônia e um Especialista em educação comenta a respeito. Para assistir – CLIQUE AQUI 

Deputado de Rondônia propõe vale internet para professores!


Na sessão ordinária desta terça-feira (26/05) da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Lazinho da Fetagro (PT) apresentou proposta à Secretaria de Estado da Educação (Seduc) para que haja conversão do vale transporte para vale internet aos professores da rede estadual, com o intuito de auxiliar estes servidores que precisam trabalhar home office e que têm dispendido grande gasto com internet, para execução dessas atividades.

O deputado ressalta que a pandemia da covid-19 trouxe vários impactos ao Estado de Rondônia e que exigiram várias medidas, entre elas a suspensão das aulas presenciais e, também, do pagamento do vale transporte destes profissionais. E explica que os professores passaram a fazer uso de plataformas digitais sugeridas pela própria Seduc, medida essa que tem gerado gastos que antes não estavam incluídos em seus orçamentos. 

Por esta razão, o parlamentar solicita que seja concedido, enquanto durar a pandemia, um valor que venha contribuir nas despesas atuais com internet de qualidade, e sugere que seja convertido o vale transporte atualmente suspenso para vale internet, o que não mudará os gastos anteriores suportados pela Secretaria de Educação. 

SEDUC: Pais criticam cartão de alimentação, pois só beneficia alunos do Bolsa Família.


Por Val Barreto. 

A merenda escolar é servida a todos os alunos, porém, no caso do cartão que reverte um auxílio alimentação durante a Pandemia, já que NÃO está tendo aula presencial, não beneficia a todos, o que tem gerado crítica de muitos pais a SEDUC (Secretaria Estadual de Educação) que só fornece o cartão aos alunos inscritos no Bolsa família. 

Há muitos alunos em situação de vulnerabilidade social, que não estão cadastrados no Bolsa família, mas precisam do auxílio para comprar alimentos, durante esse tempo de pandemia. Ao contrário da SEMED, que entrega os kits de alimentação a todos os alunos da Rede Pública, a SEDUC não teve a mesma iniciativa, gerando indignação de muitos pais. 

Sobre o cartão: 

MEC: Professores municipais devem aderir ao Programa de alfabetização “Tempo de Aprender”!


A Secretaria Municipal de Educação de Porto Velho (SEMED) aderiu ao Programa Tempo de Aprender do Ministério da Educação. Segundo o Portal do MEC, Tempo de Aprender é um programa de alfabetização abrangente, cujo propósito é enfrentar as principais causas das deficiências da alfabetização no país. Entre elas, destacam-se:  

Déficit na formação pedagógica; 
Déficit na formação gerencial de docentes e gestores; 
Falta de materiais para alunos e professores; 
Falta de recursos estruturados para alunos e professores; 
Deficiências no acompanhamento da evolução dos alunos;  
Baixo incentivo ao desempenho de professores alfabetizadores e de gestores educacionais. 

Com o objetivo de melhorar a qualidade da alfabetização, o programa Tempo de Aprender propõe ações estruturadas em quatro eixos: 

Enem: Inep libera cartilha com critérios de correção da redação


Nesta terça-feira, 26 de maio, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou para o público em geral a cartilha seguida pelos avaliadores que corrigem a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Este material era restrito aos corretores.  O material é composto por seis manuais de capacitação dos corretores de redação, elaborados para a edição de 2019. São cinco manuais para cada uma das competências avaliadas na redação do Enem e um manual que descreve as situações que levam à nota zero. 

Baixe aqui a cartilha dos corretores da redação do Enem  - CLIQUE AQUI.

De acordo com o Inep, a intenção de liberar o material pela primeira vez é adicionar mais um recurso de estudo para os estudantes que estão sem aula devido à pandemia de coronavírus (covid-19). "O material permitirá um aprofundamento dos participantes, professores e estudantes em geral", diz o Inep. 

Mães de alunos relatam dificuldades com ensino remoto em Porto Velho, RO.


Com a pandemia do novo coronavírus, todo mundo precisou se adaptar a uma nova realidade. O distanciamento social, uso da máscara e higienização frenética das mãos estão entre as medidas para evitar a proliferação do Sars-CoV-2. No ambiente escolar, não foi diferente.  Como solução, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Porto Velho e a estadual de Educação (Seduc) encontraram na internet um meio para os alunos da rede pública não perdessem o ano letivo. No entanto, o domínio da tecnologia, acesso à internet e desenvoltura dos pais, mães e responsáveis na hora de ensinar, têm sido alguns dos obstáculos. 

Jucinéia Duarte tem três filhos: Lucas e Leonardo, de 14 anos, e Luan, de 10. Ela mora longe da área urbana de Porto Velho e a internet por lá não é das melhores. A alternativa de Jucinéia é usar os dados móveis do celular. “Para eu entrar na plataforma, que a escola passou, vai toda a minha internet do celular. É bem complicado, pois não temos o Wi-Fi”, explica. 

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